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4 Modelos de negócio que causam disrupção na distribuição

Nuno Bento | 15. abr 2019
5 minutes read

 

O rápido crescimento da expedição de volumes está a atrair novos intervenientes que estão a causar uma disrupção no mercado de entregas tradicional. Isto levou a uma "Uberficação" das entregas, aumentando potencialmente o trânsito e as emissões. Surge a pergunta: Serão todos estes novos modelos de negócio realmente sustentáveis do ponto de vista ambiental?

 

Rápido crescimento 

De acordo com a Pitney Bowes, a Access Intelligence e a Accenture, estima-se que o crescimento mundial das entregas de volumes seja de 9% por ano.

 

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O Índice de expedição de volumes da Pitney Bowes afirma que este volume cresceu globalmente 17% o ano passado para 74,4 mil milhões de volumes, em comparação com 63,6 mil milhões em 2016. Em 2020, o volume total expedido deverá ultrapassar os 100 mil milhões de volumes.

Nada poderá impedir a passagem para as compras online, e como tal o aparecimento de novos intervenientes em cena não é de admirar, e vêm desafiar marcas estabelecidas como a DHL, a DB Schenker, a UPS, a FedEx e a TNT.

A Amazon, a Alibaba e a Uber estão a fazer os maiores progressos na penetração do setor logístico e de transportes.

 

Amazon e Alibaba: Uma grande rede logística vs. várias pequenas empresas logísticas

A Amazon anunciou planos para expandir os seus próprios serviços logísticos (analisamos este desenvolvimento aqui). Para além disso, a Amazon lançou o Amazon Flex – muitas vezes descrito como a Uber da entrega de encomendas – onde pessoas e pequenas empresas se podem registar para fazerem parte da sua rede de entrega.

Com uma estimativa de mil milhões de entregas por dia só na China daqui a 4 a 6 anos, o gigante de comércio eletrónico Alibaba também está focado na logística. A sua abordagem é diferente da escolhida pela Amazon e estão a investir num grande número de pequenas empresas logísticas.

De acordo com a Business Insider, a Alibaba anunciou os seus planos para investir 720 milhões de dólares na Huitongda Network, uma subsidiária da Jiangsu Five Star Appliances, na criação de novas redes de cadeias de abastecimento e logística na China rural. À medida que se for desenvolvendo, este modelo poderá ser utilizado internacionalmente e noutros continentes.

 

O modelo de partilha de carga prejudica ou é bom para o ambiente?

A Uber (e muitas outras empresas) criaram apps de partilha de carga que funcionam fazendo a correspondência entre expedidores que têm carga para movimentar. O expedidor com a melhor oferta fica responsável pelo transporte.

Embora seja tentador em termos de conveniência e flexibilidade, este modelo de partilha de carga da Uber pode levar facilmente ao "um carro - uma encomenda", que não parece ser uma boa utilização de recursos.

Na verdade, ainda não se chegou a uma conclusão sobre se iniciativas como estas são ambientalmente sustentáveis no esquema geral. Atualmente, uma equipa da Universidade da Califórnia, Berkeley, está a estudar os impactos climáticos da Uber e da Lyft.

Até agora, os estudos que analisam os efeitos destas empresas de redes de transportes em ambientes urbanos mostram impactos negativos no ambiente.

Por exemplo, relatórios sobre São Francisco mostram que após a introdução da Uber, da Lyft e de serviços semelhantes, o número de carros na cidade aumentou significativamente (com condutores à espera de passageiros) e o número de pessoas que utiliza transportes públicos diminuiu.

Os serviços de motoristas on demand estão a substituir as viagens que poderiam ter sido feitas a pé, de bicicleta ou por transportes públicos.

Resultado? Mais tráfego, mais engarrafamentos e mais emissões

Os serviços que ligam os carregadores aos expedidores, embora tenham potencial, terão um impacto ambiental semelhante. Os novos e inovadores serviços logísticos devem fazer face a este desafio ambiental.

 

O modelo MIXMOVE: liga os carregadores e expedidores de uma forma amiga do ambiente

Então como é que é a abordagem MIXMOVE ao setor logístico e de transportes se destaca?

Também nós ligamos carregadores e expedidores. Mas a forma como o fazemos permite a melhor utilização possível de todos os recursos de transporte em toda a cadeia de abastecimento.

A inovadora solução MIXMOVE permite uma otimização da unidade de carga, em que o movimento das mercadorias é consolidado (ao nível de volumes) de forma a garantir que os veículos de carga são utilizados o máximo possível.

Esta abordagem sustentável ajudou a 3M a reduzir as emissões em 50% e os custos em 35%. Para além disso, foi utilizada na distribuição urbana para obter resultados semelhantes no tráfego urbano.

 

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